Vivemos em uma economia planejada pelo governo e poucos se dão conta disso

Lew Rockwell

Quanto a economia mista nos custa?  Impossível saber.
Impossível calcular os efeitos das tecnologias que deixaram de ser criadas, das empresas que deixaram de ser abertas, dos empregos que deixaram de ser gerados, das recessões geradas pelas políticas do governo, da destruição da moeda efetuada pelo governo, e dos preços artificialmente mais altos por causa de impostos, burocracia, regulamentações e gastos do governo.
Sabemos apenas que o efeito é gigantesco e destruidor.  E está só aumentando.
Mas se a economia mista é todo esse desastre, por que ainda insistimos nela?
Simples: porque ela permite que aqueles bem-conectados politicamente espoliem a todos nós em um arranjo social-democrata disfarçado de “capitalismo democrático”.
Porque ela permite que grandes empresas não concorram abertamente no livre mercado — no qual teriam de encarar desafios e sofrer prejuízos —, em vez disso sendo protegidas e socorridas pelo governo.
Porque ela permite que grandes empresários ganhem dinheiro por meio de privilégios especiais concedidos pelo governo em vez de por meio da produção de bens e serviços de qualidade, e da satisfação dos consumidores.
Porque ela permite que algumas pessoas alcancem seus objetivos por meio da violência, da fraude e do roubo.
Porque os grandes empresários sempre preferem receber subsídios, privilégios, e ser protegidos por tarifas de importação e agências reguladoras.
Porque a classe política prefere viver parasiticamente à custa do trabalho dos outros e adora exercer seu vasto poder sobre toda a população.
Porque lobistas e grupos de interesse sempre conseguem (tanto de forma legal quanto ilegal, mas sempre imoral) ganhar benefícios especiais quando recorrem ao estado.
Porque milhões de indivíduos preferem ganhar a vida trabalhando para o governo, onde os salários são gordos, há estabilidade e as cobranças são quase inexistente, e não na iniciativa privada, onde há cobranças, exigência de resultados e nada é garantido.
Porque outros milhões preferem viver de assistencialismo.
O único antídoto contra a economia mista é a adoção de um mercado livre e irrestrito, sem protecionismos, privilégios e barreiras à entrada em qualquer mercado.  Mas isso inevitavelmente passa pela redução brutal do tamanho do governo e pela consequente assunção de responsabilidade própria por cada indivíduo — do pobre ao megaempresário protegido —, que não mais poderá contar com o dinheiro alheio para viver.
Mas tamanho nível de responsabilidade própria ninguém quer.

Quanto a economia mista nos custa?  Impossível saber.
Impossível calcular os efeitos das tecnologias que deixaram de ser criadas, das empresas que deixaram de ser abertas, dos empregos que deixaram de ser gerados, das recessões geradas pelas políticas do governo, da destruição da moeda efetuada pelo governo, e dos preços artificialmente mais altos por causa de impostos, burocracia, regulamentações e gastos do governo.
Sabemos apenas que o efeito é gigantesco e destruidor.  E está só aumentando.
Mas se a economia mista é todo esse desastre, por que ainda insistimos nela?
Simples: porque ela permite que aqueles bem-conectados politicamente espoliem a todos nós em um arranjo social-democrata disfarçado de “capitalismo democrático”.
Porque ela permite que grandes empresas não concorram abertamente no livre mercado — no qual teriam de encarar desafios e sofrer prejuízos —, em vez disso sendo protegidas e socorridas pelo governo.
Porque ela permite que grandes empresários ganhem dinheiro por meio de privilégios especiais concedidos pelo governo em vez de por meio da produção de bens e serviços de qualidade, e da satisfação dos consumidores.
Porque ela permite que algumas pessoas alcancem seus objetivos por meio da violência, da fraude e do roubo.
Porque os grandes empresários sempre preferem receber subsídios, privilégios, e ser protegidos por tarifas de importação e agências reguladoras.
Porque a classe política prefere viver parasiticamente à custa do trabalho dos outros e adora exercer seu vasto poder sobre toda a população.
Porque lobistas e grupos de interesse sempre conseguem (tanto de forma legal quanto ilegal, mas sempre imoral) ganhar benefícios especiais quando recorrem ao estado.
Porque milhões de indivíduos preferem ganhar a vida trabalhando para o governo, onde os salários são gordos, há estabilidade e as cobranças são quase inexistente, e não na iniciativa privada, onde há cobranças, exigência de resultados e nada é garantido.
Porque outros milhões preferem viver de assistencialismo.
O único antídoto contra a economia mista é a adoção de um mercado livre e irrestrito, sem protecionismos, privilégios e barreiras à entrada em qualquer mercado.  Mas isso inevitavelmente passa pela redução brutal do tamanho do governo e pela consequente assunção de responsabilidade própria por cada indivíduo — do pobre ao megaempresário protegido —, que não mais poderá contar com o dinheiro alheio para viver.
Mas tamanho nível de responsabilidade própria ninguém quer.

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