Incompetência administrativa? Jeito esquerdista de governar?

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/viaduto-que-caiu-no-df-ja-precisava-de-manutencao-em-2009-diz-relatorio.ghtml

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Negação do Direito

O marxismo sendo a negação do direito, fica claro e explicito o porque a esquerda não respeita as leis, afinal tem de destruir, sobrepor as regras para manter sua revolução e transformação para instalar o socialismo.

Na contramão das críticas petistas em relação ao pagamento de auxílio-moradia para o Judiciário, a ex-presidente Dilma Rousseff abriu, em um dos seus últimos atos de governo, em 2016, um crédito extraordinário de R$ 419,4 milhões para gastos com residências de membros dos Poderes Judiciário e Legislativo, além da Defensoria Pública da União e do Ministério Público da União. À época, Dilma justificou o envio da medida provisória “pelo fato de que o não pagamento dessas despesas inviabilizaria o regular funcionamento dos poderes”.
Tá na lei. Na Medida Provisória 711, de 18 de janeiro de 2016, Dilma alegou “relevância e urgência”. Porém, crédito extraordinário é destinado ao atendimento de despesas urgentes e imprevisíveis, como em caso de guerra, comoção interna ou calamidade pública.

PL proíbe uso de “excelência” e “doutor” no tratamento a autoridades

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“O objetivo é assegurar tratamento IGUAL para todos”?????????… Por que é que decantam Aristóteles de forma incompleta? Esse milenar filósofo esclareceu que: “todos são iguais, À MEDIDA EM QUE SE IGUALAM”! Carambaaaaaaaaaa … qual a dificuldade de se entender isso?

Tramita no Senado o PLS 332/17, que estabelece normas sobre o tratamento protocolar escrito e oral destinado ou referente aos detentores de cargos públicos a fim de proibir o uso de pronomes de tratamento que indiquem subordinação. A proposta, que aguarda escolha de relator na CCJ, tem como objetivo assegurar tratamento igual para todos.

O projeto foi apresentado em setembro de 2017 pelo senador Roberto Requião depois que a procuradora da República Isabel Vieira protestou, ao ser chamada de “querida” pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em depoimento ao juiz Sérgio Moro, no Paraná, exigindo a forma protocolar devida.
Requião diz, na justificativa do projeto, que chamar juízes, procuradores e políticos de “excelência” ou “doutor” é um contrassenso à democracia, pois as autoridades devem estar a serviço do povo. Para o senador, é incabível, “em uma democracia, a continuidade de tratamento protocolar herdado da monarquia. Na democracia, todos são iguais ou pelo menos deveriam ser.”
Conforme o projeto, fica proibido o uso de pronomes de tratamento, excepcionadas as palavras “senhor” e “senhora” em correspondências e documentos oficiais. Além disso, autoriza o cidadão a utilizar as palavras “você” ou “tu” quando dirigir-se a qualquer detentor de cargo público ou mesmo optar por não usar qualquer pronome de tratamento ao falar com autoridades. Qualquer exigência nesse sentido feita por servidores ou detentores de cargos públicos, expressa ou velada, será configurada como crime de injúria discriminatória, punível com a pena prevista no art. 140, § 3º do CPC: reclusão de um a três anos e multa.
A ideia, segundo Requião, é assegurar tratamento igual para todos e “evidenciar para o cidadão mais simples que ele não é menor do que o presidente da República”. Como receberá decisão terminativa na CCJ, o projeto poderá seguir para a Câmara dos Deputados se for aprovado e não houver recurso para que seja votado pelo plenário do Senado.

Moraes derruba liminar da JF/PE que impedia privatização da Eletrobras

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, proferiu decisão nesta sexta-feira, 2, derrubando liminar que impedia a privatização da Eletrobras.
A JF/PE concedeu liminar no mês passado suspendendo os efeitos da MP 814/17, que altera leis relacionadas ao setor elétrico e permite a privatização da Eletrobras e suas controladas. A decisão foi do juiz Federal Claudio Kitner, da 6ª vara da seção judiciária de Pernambuco.
Para o magistrado, a realização do ato no recesso parlamentar foi “estratégia do Governo Federal” e indica risco iminente de alienação à iniciativa privada das estatais do setor elétrico “sem o devido respeito as regras constitucionais de edição de leis ordinárias”.
Por sua vez, o ministro Alexandre de Moraes, atendendo a pedido a Câmara e da AGU, considerou que houve usurpação da competência do Supremo:
“A ação popular foi ajuizada com objetivo de questionar a configuração normativa do setor elétrico nacional e a medida liminar foi concedida para suspender abstratamente os efeitos do art. 3º, inciso I, da MP 814/2017, o que, inevitavelmente, atribui ao ato reclamado, na prática, alcance e conteúdo semelhante ao produzido por esta Corte nas ações direta de inconstitucionalidade. Não importa, dessa forma, se o pedido de declaração de inconstitucionalidade consta como principal ou, disfarçadamente, incidenter tantum, pois o objeto principal da referida ação popular pretende retirar do ordenamento jurídico o ato impugnado com efeitos erga omnes, sendo, inclusive, idêntico ao objeto de questionamento na ADI 5.884, recentemente, ajuizada nesta Corte.”

Presos do estado de Nova York vão receber tablets

Presos de Nova York vão receber tablets e vão poder mandar e-mail para família
Os 51 mil detentos de cadeias públicas de Nova York, no Estados Unidos, vão receber tablets. Com novo equipamento, eles terão acesso a e-books, ouvir música e entrar em contato por e-mail com a família e amigos. Os tablets irão operar em uma rede segura.

O Departamento de Correções e Supervisão Comunitária de Nova York fez um acordo com a Jpay, que fornecerá o equipamento gratuitamente. “A iniciativa não depende do orçamento porque não usa fundos estatais”, afirmou o departamento no Twitter.

A empresa vai implantar um sistema eletrônico piloto para permitir que familiares e amigos enviem dinheiro para os detentos com mais facilidade, de acordo com o Departamento de Correções, citado pela CNN. Ainda não se sabe quando o novo programa vai ser implementado.

Anthony J. Annucci, o comissário interino do departamento, chamou a iniciativa de “um movimento inovador”.

Outros estados, como a Georgia e o Colorado, já adotaram um programa semelhante. Na Georgia, as autoridades disseram que os tablets permitiriam que os detentos mantivessem o contato com a família e contribuiriam com a reinserção social dos detidos.

Connecticut já anunciou recentemente a intenção de implementar o mesmo programa.

Fonte: Globo

ENQUANTO UMA UNIVERSIDADE DA SUÍÇA GANHA O NOBEL DE QUÍMICA, A USP NO BRASIL, REALIZA CONGRESSO SOBRE “COMO FAZER SEXO ANAL SEM SENTIR DOR“…!!!
EU NÃO ACREDITEI ATÉ VER O MURAL…!!!

Se na “melhor” universidade do país o nível de degradação chegou a esse ponto, o que esperar de nosso ensino? Sobretudo nas públicas, onde a apologia ao sexo está mais avançada? Quando teremos no Brasil um ensino universitário digno do orgulho dos brasileiros? Acabou a educação, o respeito e a moral e consequentemente o país está acabando lentamente a cada aberração dessas sendo posta em pratica como normalidade e necessidade para o avanço da sociedade.

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REFORMA DA PREVIDENCIA

Se o governo cobrar o que devem para a previdência e acabar com a distribuição de bolsas feitas pelo INSS, sem duvida a previdência é muito sadia e sobra recursos, mas…..

Um dos argumentos mais usados por parlamentares contrários à reforma da Previdência é que o governo ignora os R$ 426 bilhões que as empresas devem ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ataca só os gastos com benefícios. Com o valor sonegado, apontam, daria para pagar duas vezes o rombo esperado para 2018, de R$ 192,8 bilhões. Já os favoráveis às mudanças não se cansam de lembrar que o país perde bilhões todos os anos devido à desatualização das regras, dinheiro que poderia ser investido em políticas públicas. Por mais que os discursos dos dois lados façam sentido e tenham embasamento técnico, o que ambos se esquecem de mencionar é que os partidos políticos devem R$ 12,8 milhões à Previdência Social, segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Por trás do debate político, eles deixam de pagar contribuições que, juntas, seriam suficientes para sustentar por um ano, com um salário mínimo (R$ 954), mais de mil famílias brasileiras.