Safadeza

VOCÊ SABE O QUE É “SAFADEZA???” O título até pode ser deselegante, mas que é muito verdadeiro…
1. “SAFADEZA” é comparar a pensão de um “Congressista” com a de uma “Viúva”;
2. “SAFADEZA” é um Cidadão ter que contribuir ao longo de 35 anos para ter direito a receber pensão, enquanto Deputados necessitam somente de um (1) ou dois (2) Mandatos, conforme o caso, e alguns membros do Governo, para terem o direito de cobrar Pensão Máxima precisam unicamente do Juramento de Posse;
3. “SAFADEZA” é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que têm isenção de IR sobre 1/3 de seu Salário/ Subsídio;
4. “SAFADEZA” é colocar na Administração Pública milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários almejados pelos Mais Qualificados Técnicos;
5. “SAFADEZA” é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, situação aprovada pelos mesmos Políticos que vivem deles;
6. “SAFADEZA” é que a um Político não se exija a mínima comprovação de Capacidade para exercer o Cargo (e nem estamos a nos referir à capacidade Intelectual ou Cultural);
7. “SAFADEZA” é o valor gasto por esse pessoal com alimentação, Veículos Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª Classe), Cartões de Crédito e etc.;
8. “SAFADEZA” é esse mesmo pessoal ter direito a quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal; uns 17 na Semana Santa, mesmo que muitos se declarem não religiosos; e uns 82 dias no Verão);
9. “SAFADEZA” é esse pessoal, quando termina seu Mandato, manter 80% do Salário por mais 18 meses;
10. “SAFADEZA” é se permitir que usem os Meios de Comunicação Social para mentir à Sociedade sobre seus feitos e seguirem dilapidando os Bolsos dos Contribuintes~;
Esta deveria ser uma dessas correntes que nunca poderia se romper!!! “NUNCA”, porque só nós podemos acabar com “TUDO ISSO”. 

11-SAFADEZA É SER LADRÃO, SER PRESO E CONTINUAR NUM PARTIDO POLÍTICO.
12 – SAFADEZA É NO CONGRESSO NACIONAL TER SENADOR E DEPUTADO ENROLADO COM A JUSTIÇA.
13 – SAFADEZA É JUSTIÇA LENTA QUE BENEFICIA O BANDIDO.

José Carlos Lusitano Contra – Almirante (REF)

VIA GEN. TORRES DE MELO, REFORMADO E COORDENADOR DO GRUPO GUARARAPES

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Artista alemão faz música com discos de árvore

Para saber a idade de uma árvore é preciso observar os círculos escuros de quando um tronco é cortado. Cada um desses círculos é chamado de anel de crescimento, e cada anel corresponde a um ano de vida. Os anéis são contados de dentro pra fora, a partir da medula.

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Um músico alemão chamado Bartholomäus Traubeck desenvolveu um equipamento que consegue extrair som desses anéis. Utilizando algorítimos que transformam as informações dos círculos em notas de piano, o artista conseguiu traduzir a música existente na história de vida da árvore.

Para isso foi utilizado um equipamento similar a um toca-discos, e assim como um vinil, o disco da árvore é girado para emitir os sons. Apesar de utilizar um equipamento semelhante ao nosso conhecido toca-discos, o princípio de funcionamento é diferente. Enquanto a agulha clássica lê os sulcos de um disco de vinil, o equipamento desenvolvido pelo alemão possuir sensores que interpretam informações sobre textura e cor, e transformam essas informações em notas musicais.
Aí vem a parte mágica! Como cada árvore tem uma textura e cor própria, as músicas nunca se repetem. Cada uma possui uma música específica, exclusiva!
O músico alemão captou música de diversas árvores e com elas gravou um álbum chamado “Years”.

Alguns conselhos para aqueles que genuinamente querem ajudar os pobres

Se você está preocupado com a ‘justiça social’ e quer genuinamente ajudar os pobres a subir na vida de maneira permanente e independente, há alguns procedimentos que você pode seguir.

Primeira obrigação: não se torne um deles

Sua primeira e imprescindível obrigação para com os pobres é: não se torne um deles e não faça com que outros se tornem um deles. Será muito mais difícil ajudar pessoas pobres se você ou seu vizinho se tornar pobre.

Assim como você não deve se tornar pobre, você também não deve defender políticas que levem ao empobrecimento de ricos na crença de que isso levará ao enriquecimento dos pobres. Para o pobre, não interessa se foi você ou o seu vizinho que empobreceu por meio de medidas do governo; a situação dele não melhorará. Um rico empobrecido não cria um pobre enriquecido. A economia não é um jogo de soma zero.

Não sendo pobre, você tem uma escolha: você pode dar o peixe para os pobres comerem ou você pode lhes arrumar um emprego e ensiná-los a pescar o peixe por conta própria — isto é, ensiná-los a serem seres humanos produtivos.

Segunda obrigação: comece dentro de casa

O que nos leva à sua segunda obrigação: se você quer ensinar os pobres a serem independentes e capazes de se auto-ajudar, comece dando o exemplo ainda dentro de sua própria casa.

Crie seus filhos de maneira austera. Filhos independentes e não-mimados se tornam mais produtivos, mais solícitos, mais realistas e menos propensos a roubar ou a ser desonestos. No futuro, seu filho poderá servir de exemplo comportamental para aquelas pessoas que você está preocupado em ajudar.

Terceira obrigação: explique que, no mundo real, não há mágicas e nem atalhos

Dado que todos vivemos no mesmo planeta (e não há como fugir dele — vivos), todos enfrentamos o mesmo problema sobre como alocar recursos escassos da maneira mais eficiente possível de modo a satisfazer desejos cada vez maiores (já são 7 bilhões de pessoas na terra).

Há duas maneiras de se alocar recursos: 1) por meio da força, ou seja, por meio de decretos e coerções governamentais; ou 2) voluntariamente, por meio do sistema de preços fornecido pelo mercado.

Esta segunda maneira é mais duradoura e, logo, preferível para ser adotada com o intuito de sustentar a vida de um enorme número de pessoas.

Por isso, é também sua obrigação explicar às pessoas — principalmente aos seus amigos igualmente sedentos por ‘justiça social’ — como funciona uma economia de mercado e por que apenas ela pode criar a maior quantidade possível de bens e serviços para os mais pobres, melhorando seu padrão de vida. Todo e qualquer sistema econômico socialista sempre culmina em escassez e em racionamento de recursos, exatamente o contrário do que você quer para os mais pobres.

Quarta obrigação: seja íntegro

Sua quarta obrigação para com os pobres é dar bons exemplos, de modo que eles se sintam estimulados a emular seu sucesso.

Não minta, não roube, não trapaceie e não tome dinheiro das pessoas, tampouco utilize o governo para fazer isso por você. Não enriqueça por meio de políticas governamentais. Não aceite dinheiro nem privilégios do governo — dado que o governo nada cria, tudo o que ele lhe dá foi adquirido coercivamente de terceiros, uma medida que gera apenas ressentimento destes pagadores de impostos.

Uma civilização que é erigida sobre o roubo e sobre privilégios não pode ser duradoura. Dê o exemplo não contribuindo para o perpetuamento deste arranjo.

Quinta obrigação: não adule o governo

Em um futuro muito próximo, será cada vez mais difícil para um indivíduo preservar sua riqueza. Governos falidos ao redor do mundo — consequência econômica inevitável de estados sociais-democratas inchados — estarão sedentos para confiscar quaisquer ativos remanescentes em uma desesperada tentativa de prolongar sua sobrevivência (mas sempre em nome do “bem público”).

Os direitos individuais poderão ser abolidos em nome do ‘bem comum’ e várias leis poderão sercriadas com o intuito de tornar ilegal qualquer medida que vise a proteger a riqueza dos indivíduos mais ricos — e aí sim veremos uma verdadeira caça às bruxas.

Durante a Revolução Francesa e subsequente hiperinflação nos anos 1790, os ricos que não fugiram foram decapitados. Talvez a França tenha sido um caso extremo [N. do E.: embora a Venezuela atual mostre que não], mas a história mostra que sempre que os ricos foram pilhados por políticos populistas, os resultados não foram bonitos.

Portanto, não empreste sua retórica e nem dê seu apoio a políticos ou movimentos políticos que defendam o confisco direto da riqueza dos mais ricos. Além de os pobres nunca terem sido beneficiados por tais medidas (algo economicamente impossível), você estará apenas aumentando o número de pobres.

Sexta obrigação: assegure sua riqueza para as gerações futuras

Como consequência de tudo isso, sua sexta obrigação para com os pobres é assegurar parte da sua riqueza para as gerações futuras.

Dado que você genuinamente quer ajudar os pobres, acumule o máximo possível de ativos, trabalhe bastante e produza muita riqueza durante seu tempo de vida. Ao produzir riqueza, você não apenas estará empregando pessoas e enriquecendo-as também, como estará produzindo para toda a humanidade uma maior quantidade de bens e serviços. É assim que você fará com que as pessoas subam na vida.

Caso prefira o assistencialismo puro, você também tem a opção de distribuir toda a sua riqueza quando se aposentar ou quando morrer. Quanto mais riqueza você produzir, mais você poderá distribuir. Você tem liberdade de escolha. Em vez de folgadamente defender o esbulho da riqueza alheia, crie você próprio a sua riqueza e então a distribua para os pobres — ou, melhor ainda, empregue-os neste processo de criação de riqueza.

Durante este processo, você terá de saber manter seus ativos a salvo do perigo, evitando que sejam confiscados pelo governo ou que simplesmente sejam esbanjados e dissipados. É neste quesito que você terá seus maiores problemas, muito embora várias famílias já tenham demonstrado ser possível manter sua riqueza ao longo de gerações.

Sua riqueza provavelmente estará na forma de ativos produtivos que são difíceis de serem movidos de um país para o outro. Isso tornará mais difícil se proteger do governo doméstico, que estará ávido para confiscar sua riqueza quando ele precisar do dinheiro. Logo, você terá de diversificar seus ativos ao redor do mundo, de modo que, quando o governo de um país se tornar muito ganancioso (sempre para ajudar os pobres), você terá outra base de operações da qual operar. Isso irá garantir que você se mantenha fiel à sua primeira obrigação para com os pobres.

Quem disse que é fácil concorrer com o amor do governo pelos pobres?

Sétima obrigação: deixe heranças

Caso continue preferindo ensinar a pescar em vez de dar o peixe, sua sétima e última obrigação para com os pobres é legar em herança sua riqueza para alguém (ou para um grupo de pessoas) que irá dar continuidade ao seu trabalho de fazer deste mundo um lugar melhor para os pobres viverem, com uma maior produtividade e uma mais eficiente alocação de ativos.

Esta poderá ser a tarefa mais difícil de todas.

Conclusão

Ser caridoso com a riqueza dos outros é uma delícia. Arregaçar as mangas e produzir por conta própria aquilo que você quer ver distribuído já é um pouco mais trabalhoso. Mas seu amor genuíno aos pobres servirá de estímulo todas as manhãs.

Hans F. Sennholz
(1922-2007)

Rússia – Ainda defensora de mentiras históricas

A Rússia ainda se presta a dar vazão a mentiras históricas e também a criar outras novas. O bicho-papão “Reich alemão” deve ser combatido novamente! A inspiração para este artigo veio da reportagem publicada no portal russo “Sputnik”. Abaixo destacamos algumas passagens.

A participação de um aluno russo no Bundestag (parlamento alemão) na ocasião da solenidade Volkstrauertag (Dia em homenagem às vítimas de guerras e regimes opressores) gerou forte ressonância nas páginas da internet russa. Nikolaj Dessjatnischenko, da cidade siberiana de Nowy Urengo, fez referência em sua palestra sobre “inocentes soldados alemães da Wehrmacht”.

Existem soldados inocentes e culpados? Um soldado luta pelo seu país, um soldado selou esta decisão com um juramento! Uma guerra nunca será justa, mas ela pode ser inevitável quando uma das partes é forçada a pegar em armas. Como de costume, as maiores mentiras sobre a Segunda Guerra Mundial são lançadas ao vento. E os vencedores têm apenas um objetivo diante dos olhos: manter preso e, se possível, reprimido, seu inimigo mortal. Porém, a verdade avança cada vez mais sobre a massa das pessoas. O jovem russo falou sobre soldados inocentes da Wehrmacht. Ele estendeu sua mão! Alguém entendeu isso? Se está tudo correto o que ele disse, isso é outra coisa. O gesto já vale ser mencionado. E justamente isto a agência de propaganda do Kremlin não entendeu!

Quando é que nossa geração – que nunca vivenciou uma guerra – vai entender finalmente o que significa ser soldado!? Primeiro dever-se-ia perguntar se o soldado está predisposto a matar outro soldado, outra pessoa, ou está pronto para ser morto! Vai contra a natureza do ser humano tal predisposição. Todavia, as pessoas podem ultrapassar esta fronteira e, em caso de ataque, para se defender, podem acabar matando outras pessoas, apenas para não ser ela própria a vítima. A morte está em primeiro plano para que a pessoa não se torne a própria vítima. Faz diferença se fazemos parte ou não do exército agressor? Como pode-se então discutir sobre culpa ou inocência?

A Rússia ainda conserva as mentiras sobre a guerra em relação aos alemães e à própria população. O exército vermelho bolchevista – aos olhos dos políticos e historiadores do Kremlin – é ainda considerado inocente e teria sido um exército libertador. E todo massacre cometido contra a própria população russa é colocada ainda na conta dos alemães – e isso apenas para, como de hábito, poder comemorar o “heroísmo” em todo 9 de maio, na Praça Vermelha.

Presentes estão lá um punhado de veteranos da 2ª Guerra Mundial, que se orgulham ainda de ter feito a coisa certa, como por exemplo, expulsar, violentar e assassinar a população civil alemã! Aqueles ainda fiéis ao Kremlin sempre se silenciarão, em seus relatos, sobre os incendiários de Stalin, pois isso foi tão monstruoso que não pode ser abrangido em toda sua extensão por uma pessoa normal.

Sputnik: Dessjatnischenko contou a história de um soldado alemão chamado Georg, o qual durante a Segunda Guerra Mundial fora cercado, juntamente com outros soldados, pelas tropas soviéticas. […] “A história de Georg e o trabalho no projeto me sensibilizaram e inspiraram a visitar os túmulos dos soldados alemães da Wehrmacht, nas proximidades da cidade de Kopeisk. Isso me incomodou muito, pois eu vi os túmulos de pessoas inocentes que morreram, muitas das quais queriam viver em paz e não em lutar. Eles passaram por tremendas dificuldades durante a guerra”, relatou o aluno.

[…]

Seu discurso provocou indignação junto a alguns políticos e em páginas russas da internet. Alguns internautas responsabilizaram o professor do aluno. A diretora da Comissão para Desenvolvimento da Diplomacia Social da Rússia, Jelena Sutormina, lembrou as inúmeras vítimas do lado soviético durante a Segunda Guerra Mundial: “Dúzias de milhões de nossos cidadãos sacrificaram suas vidas pela paz. E nossa juventude deve saber que se tratava de um exército de conquistadores, que muitos deles gozaram violentamente de nossos antepassados. Por isso é absurdo, me desculpe, falar sobre a situação de seus túmulos – por parte de um país que passou por tudo isso. Eles vieram com a espada e o fogo sobre nosso país.”

Convenientemente esquecido por esta senhora chamada Jelena Sutormina, é o fato da União Soviética planejar na época uma guerra contra o Reich alemão e estava na fase final dos preparativos. Jelena Sutormina estudou história na União Soviética. Ela terminou os estudos em 1984 no Instituto Histórico Nacional, em Moscou. Depois disso ela foi de vento em popa, bem ao estilo de uma exemplar bolchevique. Hoje ela participa regularmente de sessões da ONU, do parlamento europeu e da UNESCO. Uma fiel escudeira do status quo.

Provas de que a União Soviética estalinista-bolchevique queira executar uma invasão no Reich alemão podem ser encontradas entrementes em extensa literatura. Estas provas não são refutadas com similares e sólidas evidências – eles tentam, mas o reconhecimento já atingiu tamanha proporção, que considerar a União Soviética como uma amante da paz deve fazer tanto sentido como um vazio cósmico, haja visto as anexações da Prússia, Silésia e Pomerânia, assim como as guerras do Vietnã, Afeganistão e Chechênia, e as inúmeras crises, como por exemplo, a Crise de Cuba.

Hoje ainda é festejado na Rússia as batalhas de Stalingrado e Leningrado. Faz parte da ordem do dia relembrar constantemente este período amargo. Os acontecimentos nestas duas cidades têm algo em comum: mortos e feridos sucumbiram diante do próprio exército. Enquanto o exército alemão era cercado pelo exército vermelho em Stalingrado, unidades deste último sofreram o mesmo destino em Leningrado. E em ambas as cidades a população civil teve que sofrer as ações do próprio exército! A Wehrmacht, em ambos os casos, deixou abertas rotas de fuga humanitárias para a população, a fim de evitar uma catástrofe humanitária. E justamente em Leningrado e Stalingrado, a liderança bolchevique mostrou toda sua humanidade, à medida que se proibiu a população de deixar a cidade sob pena de fuzilamento. Utilizou-se a própria população como escudo humano! Com isso os moradores das duas cidades foram traídas pelo próprio exército e liderança política, e condenados à morte. Em Stalingrado, as tropas alemãs foram cercadas por incapacidade própria e traição. Posições solidamente erguidas foram abandonadas, propiciando o contragolpe do exército vermelho. A 31 de janeiro de 1943, 107.80 soldados se entregaram ao exército vermelho. Destes 107.800 soldados, apenas 6.000 retornaram do cativeiro! Somente em Stalingrado, estima-se que o serviço secreto NKWD assassinou aproximadamente 13.500 civis, pois estes queriam ajudar na evacuação convocada pelos alemães.

Continuando com o Sputnik: O historiador italiano Giovanni Savino, da Universidade de Nápoles Frederico II, declarou em conversa com a agência RIA Novosti, que se deveria debater mais sobre os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial.

“Contar sobre os campos de concentração, sobre as milhões de pessoas – judeus, ciganos, eslavos, representantes de partidos democráticos – que foram exterminados nas mãos dos fascistas. Pois a questão não está na ‘inocência’, mas sim trata-se de uma assustadora guerra contra a humanidade. Existiam soldados alemães que eram contra o nazismo, mas eles desertaram e se tornaram partisanos”, disse ele.

E aí está ele novamente: o tacape do holocausto e do nazismo! Este relato é típico para os representantes políticos dos últimos 100 anos. Ele nada mais é do que uma ideologia judeo-bolchevique que se apoia em Marx e Lênin. Hoje já é aceito que justamente este bolchevismo judaico é responsável pela morte de mais de 100 milhões de pessoas na antiga União Soviética e nos territórios ocupados posteriormente. Solzhenitsyn, por outro lado, fala de mais de 160 milhões de mortos na conta do bolchevismo judaico.

Em toda Rússia, os túmulos dos soldados alemães não são tão bem cuidados e respeitados, existindo apenas poucas exceções, como por exemplo em Stalingrado e também no antigo Gulag dos prisioneiros alemães, em Workuta.

As crianças também devem ser bombardeadas com cada vez mais mentiras, muito mais do que elas já são obrigadas a escutar, e com isso poder sustentar o culto da culpa nas próximas gerações. A atual política do Kremlin pode ser considerada suave, mas certamente é sutil. A política do Kremlin pouco mudou em relação aos alemães nos últimos 260 anos. O objetivo de conquistar a Europa não foi até hoje riscada da estratégia – mas aprendeu-se bastante sobre este sujeito. Enquanto há 260 anos o coração da Alemanha, a Prússia, era ameaçada pelo império russo, hoje prefere-se fazer o mesmo através da propaganda e da lavagem cerebral na Alemanha e na Europa. O terror nazista e o holocausto formam hoje o fundamento da política do Kremlin. Eles possibilitaram aplicar magistralmente os acordos firmados com os aliados em Ialta, em 1945.

Você se surpreende por que nada é escrito por políticos russos? Isso é fácil explicar: porque quase não existe russo que tenha voz ativa no Kremlin. Quase todos os políticos no Kremlin nasceram na União Soviética – em algum lugar, talvez na Armênia, no Casaquistão, na Georgia,, no Azerbaijão, quase nenhum deles têm a descendência de um verdadeiro russo! Até mesmo quanto a Putin não há total certeza, se ele não tem pois raízes judaicas. Nunca isso foi provado, mas o contrário também não e que, todavia, provaria que a política do Kremlin, há mais de 100 anos, é judaica! A etnia russa está quase extinta, isso foi garantido pelos detentores do poder no Kremlin, nos últimos 100 anos!

E para ser sincero, após 70 anos desde o último grande conflito, não deveríamos começar a remoer tudo novamente. Isso não é honroso frente aos soldados tombados na luta. Porém, diante de toda reeducação e maciça lavagem cerebral, existe um problema: nós, alemães, somos o bode expiatório, sobre nós lemos apenas mentiras, somos roubados à luz do dia a medida que nos obrigam a financiar indiscriminadamente dentro de uma união, a medida que temos que pagar indenizações a qualquer sobrevivente, a medida que temos que financiar uma segunda economia, resumindo: nós somos a vaca leiteira do mundo e assim devemos permanecer no futuro. E dentro desta situação, os antigos inimigos da guerra se comportam da mesma forma como há 70 anos! Podemos perceber que o último capítulo da Segunda guerra Mundial ainda não foi escrito! Tomara que não haja conflitos sangrentos, porém, cada vez mais alemães e também russos, americanos, franceses – que já descobriram esta trama diabólica, cedo ou tarde irão combater o sistema.

Há mais de 80 anos, um alemão com seus seguidores tentaram combater o sistema, e o mundo virou um caos. O sistema sofreu grande revés, mas ao final saiu vencedor. Hoje em dia muitas pessoas em todo o mundo já estão cientes dos fatos e irão combatê-lo novamente. O último capítulo da Segunda Guerra Mundial terá então sido escrito, quando o sistema – juntamente com suas mentiras – tiver tombado. E quando os alemães recuperarem sua autoconfiança, na forma de poder pesquisar sem qualquer obstáculo sua própria história, assim como honrar seus próprios antepassados! Somente então a guerra terá terminado.

Morbus Ignorantia, 21/11/2017.


A população mundial está claramente despertando para o papel do judaísmo internacional nos últimos 100 anos e, inevitavelmente, irá questionar – por associação – toda atuação deste povo ao longo da história – NR.

Lembremos daquela passagem apresentada pelo Inacreditável há mais de 10 anos, no artigo Guerra e Objetivo de Guerra:

O sionista Bernard Lazare, que atuava em Paris ao final do século IXX, escreveu palavras libertárias:


Bernard Lazare

“Se a hostilidade e aversão contra o judeu tivesse acontecido num único país e só numa determinada época, seria fácil determinar as razões desta aversão. Mas ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, alvo do ódio de todos os povos no seio dos quais ela viveu. Como os inimigos dos judeus pertenceram às mais diversas raças, as quais habitavam regiões distantes entre si, tinham diferentes leis, dominadas por valores antagônicos, nem tinham os mesmos costumes, nem os mesmos hábitos e possuídos de espíritos distintos, então a origem comum do Antisemitismo deve recair mesmo sobre Israel, e não naqueles que o combateram.

[1]

E para controlar os danos colaterais diante do surgimento do conservadorismo atual, a mídia e o capital sionista tentam formatar as possíveis “opções democráticas” da nova direita… Qualquer candidato que endossar as falcatruas dos eleitos e do Estado Terrorista de Israel terá boas chances de chegar lá. O eventual pragmatismo de tais salvadores da pátria apenas lançará uma breve cortina de fumaça sobre os reais problemas mundiais, pois a crise financeira ainda está aí e eles não apresentam qualquer alternativa econômica ao sistema atual. No fundo são poucos aqueles refratários ao comodismo intelectual e que refletem sobre reais alternativas ao sistema usurário atual – NR.

http://inacreditavel.com.br/wp/russia-ainda-defensora-de-mentiras-historicas/

Moderna Democracia

No Estado de Adolf Hitler, a base do governo volta a se fundamentar diretamente no povo. Em nenhum outro Estado do mundo a ligação imediata entre governo e povo é tão estreita quanto no Estado Nacional-Socialista, tornando-o o Estado mais democrático do mundo.

Como nenhum outro governo do mundo, o governo de Adolf Hitler consultou ano após ano o povo alemão sobre a política do governo do Reich e outras questões importantes da vida cotidiana da Nação. Ele pode fazer isso em plena consciência, tão orgânica era sua relação com o povo, de que nada tinha a temer frente à decisão do povo.

Em março de 1933, 17.269.629 de alemães deram seu apoio ao Führer e ao NSDAP, perfazendo 43,9% dos votos na eleição do Reichstag.

Em novembro de 1933, quando o Führer anunciou a saída do Reich alemão da Liga das Nações e simultaneamente convocou um plebiscito sobre esta política e a nova eleição do Reichstag, ficou documentada a confiança que ele e seus seguidores conquistaram em meio ano: 39.655.212 de alemães – de um total de 43.053.616 eleitores – deram seu voto de confiança para ele e o NSDAP.

Quando em 19 de agosto de 1934 deveria ser votada a lei sobre o governo máximo do Estado, que unificava a função de presidente e chanceler do Reich, 38,4 milhões de alemães ou 90% votaram a favor.

A coroação deste reconhecimento do povo favorável ao seu Führer aconteceu a 29 de março de 1936. A justificativa neste plebiscito foi assim descrita:

“Na intenção de proporcionar ao povo alemão a oportunidade de manifestar sua vontade após uma política de três anos para restauração da honra nacional e soberania do Reich, unido com a virtuosa intenção para uma verdadeira reconciliação e entendimento entre os povos, baseado no fundamento de iguais direitos e deveres, eu dissolvo o Reichstag em 28 de março de 1936. Novas eleições para o Reichstag acontecem a 29 de março de 1936.”

Como sempre o Führer se colocou à frente da lista de candidatos. Aquilo que o mundo todo não considerava como possível, algo sem comparação, tornou-se realidade. 98,8% da população, 44.411.911 de alemães votaram a favor do Führer, votação que contou com uma participação eleitoral quase nunca vista no mundo.

Assim foi realizada a vontade do povo alemão, uma verdadeira democracia no Estado de Adolf Hitler, onde a República de Weimar havia fracassado.

Alfred Berndt – Gebt mir vier Jahre Zeit, Cap. 4

Nas atuais pseudo-democracias ocidentais, aquilo que os governos mais temem é a realização de plebiscitos populares. A maioria da população é favorável à liberação das armas. E o que o governo faz? Proíbe. A maioria da população é favorável à condenação do aborto. E o que o governo faz? Libera. A maioria da população seria favorável à mudança do sistema econômico baseado na cobrança dos juros bancários. E o que o governo faz? Fornece a ela os maiores juros do planeta.

A maioria das medidas políticas nacional-socialistas visava a união do povo, superando qualquer divisão marxista de classes ou castas. Seja qual for a orientação das atuais correntes políticas vigentes, todas elas promovem a manutenção do sistema de escravização pelos juros bancários, além de lamentavelmente por este governo, a desagregação da população através do incitamento entre os povos, principalmente ao tentar criar um factóide, culpando a “elite branca” pelos problemas atuais.

A Era do exibicionismo: A necessidade de aparecer.

A necessidade de aparecer todos nós temos, uns mais, outros menos, seja por motivos ou princípios diversos. É normal que queiramos contar as boas notícias, mostrar as nossas vitórias, partilhar com quem gostamos tudo que conquistamos, seja no ponto de vista material, emocional e espiritual.

Porém, esse processo de exposição precisa ser feito sem deslumbramento, com maturidade para não nos sujeitarmos forçosamente, uma vez que esse comportamento deixa de ser uma forma de comunicação e passar ser exibicionismo. Uma necessidade de supervalorização, seja por parte dos outros ou de nós mesmos

Sigmund Freud num estudo sobre o exibicionismo constatou que cada um de nós começou a vida como um bebê exibicionista. Ele ainda verificou que a maioria das pessoas, na fase adulta, têm êxito em conter esse impulso, mas o exibicionista patológico não consegue superar tal aspecto.

Para a psicanálise o exibicionismo é um modo de excitação erótica, que pode transformar-se em um ato de dimensão patológica, onde se busca uma satisfação exclusivamente egocêntrica. Assim, alguns indivíduos sentem o desejo de evidenciar sua potência sexual: os homens precisam mostrar a sua virilidade e as mulheres o seu erotismo.

O exibicionismo possui uma genealogia hostil, uma vontade inconsciente de revelar as genitálias, entretanto, isso é impossível diante do princípio da realidade. A negação do exibicionismo pode dar vazão as agressões físicas, verbais e insinuosas, que estão latentes ou escancaradas.

Essas coisas estão ligadas ao sentimento de inferioridade, uma necessidade de chamar a atenção alheia – para mostrar que se tem sucesso, fama, dinheiro, carros, títulos ou até mesmo capinhas de celular. Vivemos na era do exibicionismo, em que a grande mídia vende a ilusão que se pode ter tudo que ser, contudo, ela não diz que isso tem – um custo elevadíssimo, que é o endividamento financeiro e o aumento da ansiedade e da angústia.

A redes sociais transformaram-se num grande termômetro do exibicionismo, uma realidade artificial – que se alimenta das carências afetivas ou emocionais, que busca através de likes ou comentários aumentar autoestima, para se convencer daquilo, que não se tem certeza em si mesmo.

Está provado se não for possível conseguir a satisfação em um nível mais profundo, inevitavelmente se buscará fora. Mas se autoestima estiver consolidada, não será preciso ficar se expondo, porque se conquistou a inteireza e a confiança em si mesmo e sem a obrigação de clamar atenção dos outros.

Uma coisa é fato de que nós seres humanos não somos autossuficientes e não conseguimos manter a nossa existência isolada, carecemos de outros seres humanos. Entretanto, a melhor forma de sermos lembrados é sermos nós mesmos, do que alguém que somente gosta de aparecer. Quem gosta de nós de verdade, vai gostar do jeito que somos e não do jeito que a mídia, a propaganda e redes sociais querem que sejamos.

Por

 Jackson César Buonocore